minha leitura

“Minha Leitura – um programa dedicado a leituras críticas de narrativas literárias e outras manifestações poéticas multimídia do nosso tempo”.

 De crítico e de louco todo mundo tem um pouco, certo?

Essa é a nossa ideia – trazer a crítica de um livro, filme, série, música ou outras formas de expressão poética do nosso tempo, sob o olhar do leitor “comum”. Aqui não tem leitura certa, ou resposta para o valor estético de um texto, apenas boas pistas e sugestões de leitura, trocadas entre leitores. Afinal, não é só a crítica especializada que nos ajuda a ler mais e afinar nosso senso estético. A proposta do Minha Leitura é mostrar que, se o texto é mesmo bom, ele sobrevive a todos os leitores. Quando o texto é bom, ele sobra em sentidos, tornando possível que a leitura de cada um – especializada ou não – seja sempre uma boa crítica poética.

O programa é coordenado pela professora do departamento de Comunicação Social da UFMG, Vanessa Brandão.

Para a estreia, a crítica de uma obra quente, mas precisamente com 451 graus fahrenheit. Essa temperatura, que é a mesma da queima do papel, dá nome a distopia de Ray Bradbury “Fahrenheit 451”. A estudante de Comunicação Social da UFMG, Thaís Henriques, comenta o romance e nos convida a refletir sobre a forma como estamos lidando com assuntos contemporâneos, como o Queer Museu. Confira!

 

 

Quem somos nós se não uma combinação de experiências? No livro “Seis propostas para o milênio”, Ítalo Calvino encerra a obra com um ensaio sobre a multiplicidade no romance contemporâneo. Quem explica melhor é o estudante internacional da UFMG, Gabriel Detheux, que buscou um filme da sua terra, o belga “Toto le héros”, de Jaco Van Dormael, para exemplificar a proposta de Calvino.

 

Qual foi a última vez que você sentou para ler um livro? Se não consegue nem se lembrar, a estudante internacional da UFMG, Héloïse Brebant, tem uma sugestão para você: “comme une respiration…”, de Jean Teulé. O livro do escritor francês traz ficções divertidas e curtas, para ler em cinco minutos.

 

Você costuma fazer “maratona” de vídeo games nas férias? Então, fique ligado na crítica de “Final Fantasy VII”, produzida por Gustavo Martins para o “Minha Leitura”.

 

E se a chuva fosse colorida? E o bule ganhasse asas? Clara Luz, uma fadinha criativa que mora no céu, convida adultos e crianças a soltarem a imaginação em “A Fada que tinha ideias”, de Fernanda Lopes.

 

O livro da bielorrussa Svetlana Alexiévitch, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2015, “Vozes de Chernobyl”, que traz depoimentos de soldados, operários, cientistas e outras vítimas de Chernobyl, ganha uma leitura diferenciada na crítica de Pedro Paixão.

 

Que tal aproveitar o finalzinho das férias e ir direto pra moçambique? Com o livro “Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra”, do moçambicano Mia Couto, você não vai precisar nem entrar num avião. A imaginação já basta! Saibana produção de Nayara Pôrto.

 

No carnaval, o que não falta é a cantoria que alegra os inúmeros blocos de rua. Mas, antes de sair pela cidade fazendo coro dos hits da folia com os amigos, você recebeu alguma instrução de como cantar? Julio Cortázar, no livro “Histórias de Cronópios e de Famas”, ensina:

“Comece por quebrar os espelhos de sua casa, deixe cair os braços, olhe vagamente a parede, esqueça. Cante uma nota só, escute por dentro”…

Gostou da dica? Instruções como essa, que compõem o livro do escritor argentino, estão no ‘Minha Leitura’ de hoje, projeto coordenado pela professora Vanessa Brandão. Ouça na voz de Ariana Santos!

 

O início das aulas na UFMG está se aproximando e muitas novidades podem surgir. Foi na faculdade, por exemplo, que Nina, personagem do livro “O inventário das coisas ausentes”, conheceu o narrador do romance. A crítica literária dessa história de amor, desamor e desabafos, escrita por Carola Saavedra, pode ser conferida no “Minha Leitura” desta semana. A produção é de Luiza Gomes.

 

“Terminar de ler ‘El Fiord’, de Osvaldo Lamborghini, é um desafio. O conto é uma obra do imundo”. Na coluna ‘Minha Leitura’ desta semana, o estudante de Comunicação Social da UFMG, Vitor Maia, traz a crítica do livro do escritor argentino. Mas, é preciso ter estômago forte para ler a obra, ele avisa.

 

Qual a importância que você atribui à trilha sonora de um filme?

No longa ” Em ritmo de fuga”, a música dita o ritmo da narrativa e faz parte do modo como o jovem Baby (Ansel Elgort) olha para o mundo. Saiba mais sobre a importância da trilha para o filme de Edgar Wright. A produção é de Carol Lopes.

 

Um total de 600 páginas e mais de 100 narradores diferentes. Assim é o premiado romance ‘Detetives Selvagens’, do escritor chileno Roberto Bolaño. Mas, por que tantos narradores em um único livro? Entenda na coluna ‘Minha Leitura’ desta semana. A produção é de Gabriel Rodrigues, sob a coordenação da professora Vanessa Brandão.

 

Confira a crítica do drama biográfico ‘Lion – Uma Jornada para Casa’, com produção de Jayara Lima, sob a coordenação da professora Vanessa Brandão.

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